Joaquim Celso Freire, poeta proseador

Poesia brasileira
Joaquim Celso Freire
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Vida de passarinho (para Tarsilla e Anita)

Vejam vocês:
Toda manhã, aí no fundo do quintal,
no pé de pinha e na amoreira,
os passarinhos, de todos os tamanhos e cores,
e de sotaques vários, fazem festa para receberem o dia.
Assim que os primeiros raios de sol acordam,
eles cantam e dançam, alegres…
Batem as asas e se roçam e se beijam…
como a desejar, ao outro, bom dia!
Assim é também, no final da tarde, ao esconder do sol.
Observem que cada um conta aos outros:
parceiro, aos amigos e à família,
o que foi dos seus voos, dos seus ares, o dia!
E depois, se juntam em seus galhos,
acomodam a cabeça e dormem.

Joaquim Celso Freire – 22/06/16

passsarinho 6

Joaquim Celso Freire

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