Mico nas redes sociais em tempos de coxinhas requentadas

A. Warhol, Dick Tracy

Não teve jeito, tenho colegas e amigos no PSOL, e também no PSDB, e tantos outros partidos. Respeito a todos mas tem algumas manifestações que fogem a inteligência mínima, e o que mais surpreende é que são colegas ilustrados e letrados com mestrado, doutorado, phd até! mas acabam replicando como vaquinha de presépio ou boizinhos de piranha, um ódio exacerbado , e no fim acabam pagando um mico descarado na rede. O texto abaixo é uma resposta ao colega de rede social reproduzindo um factoide que o governo acaba de sancionar uma lei que proíbe a importação de livro didático! Oras bolas! Como é que faz sentido importar cultura do país alheio para educar nossas crianças? O colega não não leu o texto, replicou a manchete e acaba pagando o mico federal. Na sequencia o que se refere o projeto é a importação de impressão gráfica dos livros, que as editoras acabam contratando empresas estrangeiras em detrimento de mão de obra tupiniquim. Não consegui ficar alheio ao mico e respondi em comentário a publicação dele: Cabe a oposição propor algo melhor do que aí está! essa é uma questão de inteligência, a qual não me parece ser matéria prima dessa gente aí que se diz oposição, apenas para tentar tapar o sol com a peneira. Todos sabemos, eu você, seu pai, seu e teu avo e minha avó! os elitistas sempre governaram assim: surrupiando dinheiro público em nome do povo. A segunda questão ou melhor, para corroborar o pensamento raso, veja o exemplo dos parlamentares triplicando a verba de partidos com recurso público, e tentando sangrar um ajuste fiscal, apostando no quanto pior melhor. Vocês, digo a elite perderam a eleição. Choraram para recontagem dos votos e lá estavam os votos auferidos. É verdade que foi por uma pequena margem. Mas perderam. Quem governa é o outro que ganhou. Não importa se o gol tenha sido de letra, de calcanhar, ou de canela. Bola na rede é gol. Votos contados é resultado válido. Vocês querem surfar num mar de lama? É preciso ver com os olhos livres, e se possível ler o texto a que se refere a importação – das impressões gráficas dos referidos livros. Leia aí abaixo para você não continuar pagando esse mico federal aqui na rede. A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (18) projeto do deputado Vicentinho (PT-SP) que proíbe o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) de adquirir, direta ou indiretamente, livros didáticos produzidos ou impressos no exterior (PL7867/14).
O relator da proposta na comissão, deputado Laercio Oliveira (SD-SE), elogiou o texto do deputado Vicentinho. Segundo ele, a proposta fortalece o parque gráfico nacional e evita desemprego no setor. É comum que livros vendidos no Brasil sejam impressos em outros países, aproveitando os custos mais baixos de produção.
“O poder público não dispõe de nenhum instrumento legal que o impeça de adquirir livros didáticos no exterior. Recursos orçamentários acabam sendo apropriados por empresas da China de outros países não só asiáticos, gerando emprego e renda fora de nossas fronteiras”, disse

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