A CIDADE CONTINUA POLUIDA – PÓS – PRÉ – ELEIÇÃO

Gregório Gruber_gravura

Acabou a bagaça do primeiro turno. Perde aqui, ganha lá! O mundo girando em torno das palavras nada gentis, ataques vergonhosos, tanto de quem ataca quanto de quem se defende e a conta segue picada adiante, e o pior! A conta não fecha.

A elite tentando a qualquer custo voltar para governar para elite. A elite buscando a qualquer preço que volte um governo que governe para eles, o resto que se dane. O pensamento grosso modo é: Essa gente já recebe salário, e o suficiente para todo mês comprar a sua cesta básica. Devem jurar fidelidade ao emprego, e quanto mais produzirem, tanto melhor para o país. Só que o país são eles – a elite. São mesmo?  O capital serve apenas para gerar mais capital – para eles. O resto da sociedade é o resto. E desavergonhadamente criticam os nordestinos que não sabem votar. Mas esquecem que são os nordestinos e toda a sorte de brasileiros que vieram para o sul maravilha –  que fazem a locomotiva andar. Desde a babá que cuida dos filhos, a faxineira que limpa os banheiros das suas fábricas. Nojento. Mas é assim mesmo. Talvez agora, um pouco diferente! pois estes serviços são todos terceirizados. Vai eleição e volta eleição e sempre a mesma ladainha! Vamos retomar o crescimento, mais saúde, proteção aos nossos jovens, mais segurança, mais transporte!!! PQP!!! sempre a mesma ladainha. Entra governo e sai governo, e o Estado não cumpre a sua função que é cuidar dos seus cidadãos. Roubam descaradamente, para muito além dos dólares, roubam os sonhos das pessoas, vilipendiam a sociedade brasileira, e seguem suas vidas correndo pelas artérias da cidade em seus carrões importados. No interior – pelo emnos aqui em São Paulo, as pessoas simples estão felizes com o picolé de chuchu. Recebem de braços abertos as migalhas e as transformam em mais riqueza para os latifundiários locais. Desde de Jundiaí até o Pontal do Paranapanema, são eles fazendeiros inescrupulosos sugando suor dos caipiras e metendo pau no governo atual. Nas grandes cidade, pelo menos em São Paulo – são os mais necessitados que dependem de duas ou três conduções para chegar ao trabalho, dependem da saúde pública, e amparo do Estado, foram eles que engrossaram o caldo dos votos na direita elitista. E porque isso? Como pode isso acontecer? Do outro lado a esquerda incluiu milhões de pessoas no circuito cidadão, com direito ao uso e consumo de bens antes acessível somente a classe B, e hoje sofre com falta de votos desses eleitores que se acham ou pensam que se acham classe dominante.  Aonde é que foi colocado o ovo da serpente?

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