TITÃS joga sua trajetória na lata de lixo na história

Ate, a personificação do erro e da tolice

Não é motivo de alegria. Cresci ouvindo sonífera ilha,  estudei no Colégio Equipe da Martiniano de Carvalho, e acompanhei de perto o nascimento da banda.

Aos poucos a gente vai se dando conta – cada vez mais estarrecido – de uma grande orquestração na promoção do caos positivo operante. Estão fazendo de tudo para retornarem ao poder, e de maneira sórdida, tal como ocorreu em 1964.  Golpe via sociedade civil, não são loucos, e muito menos loucos os militares de se meterem numa aventura de golpe militar. Mas com andar da carruagem…. Vai vendo! agora atacam pela cultura do entretenimento. É Ney Duarte MatoGrosso, Roger, Lobão Chorão, e a cooptação segue seu curso. Quantos mais deverão jogar suas trajetórias na lata de lixo da história?! Só saberemos no transcorrer desse período pré copa e pré  eleição. Está criado e arregaçando as mangas de fora o PMG – Partido da Mídia Golpista, criado para  fortalecer o Partido da Imprensa Golpista – tendo como MC´s Jabor , Sherazade, Reinaldo borra botas Azevedo, e mais um time expressivo de caráter duvidoso: todos juntos num só coração, todos juntos com a mesma emoção, todos juntos lá no Barbosão. Mas como entender essa orquestração do PMG empurrando goela abaixo da sociedade o sentido de vira lata e menosprezo, e o pior de tudo é ver nossos ídolos – alguns embarcados e outros a embarcarem nesta barca furada. O texto abaixo reflete sobre essas questões. leia aí! tire suas próprias conclusões. Não se deixe embarcar no efeito manada. Prepare seu coração! O rock errou. Que merda. O Rock errou. Lembram-se daquele Gabeira recém anistiado frequentando a praia de tanguinha de crochê, transgredindo e propondo novos valores? Pois é meu camarada! O programa da Globo News é tão enfadonho que não alcança 1 ponto de audiência. Outro que se vendeu a globo e nem bem começou o trabalho sujo e segue ladeira abaixo é Valter D´Avila com as entrevistas chapa branca. Talvez isso explique um pouco a mudança de estratégia do PMG , agora cooptando artistas. Meus heróis morreram de overdose, e os seus?

O rock errou

Agora, imagine o leitor ou leitora dotados de senso crítico, como fica a cabeça do cidadão que toma as manchetes da imprensa como retrato fiel da situação do Brasil.

Não erra quem afirmar que o público típico da mídia tradicional acredita que o país está afundando, embora a realidade mostre que a circunstância atual é melhor para a maioria, aqueles que vivem do seu trabalho, embora ainda restem muitos problemas estruturais a serem resolvidos.

Como disse a empresária Luiza Helena Trajano, dona do Magazine Luiza, há cerca de dois meses, durante debate num programa de televisão, não se trata apenas de olhar o copo “meio vazio” ou “meio cheio”: trata-se apenas de enxergar ou não enxergar aquilo que está diante do nariz.

Com todas as turbulências a que estão submetidas as economias nacionais no contexto global dos negócios, a situação do Brasil não pode ser descrita como catastrófica, como fazem supor as manchetes. A realidade está bem escondida em reportagens que nunca vão para a primeira página, como as que citamos há pouco.

E por que razão os jornais demonstram diariamente essa opção preferencial pelo catastrofismo, se, afinal, um estado de espírito derrotista prejudica até mesmo os negócios das empresas de mídia? Porque os editores sabem que os fundamentos da economia são apenas parcialmente afetados pelo noticiário: os grandes investidores não costumam tomar decisões por notícia de jornal.

O interesse do noticiário negativo é o de influenciar o cidadão comum, o eleitor, e fazer com que ele manifeste nas urnas um desejo de mudança que foi insuflado diariamente pela imprensa. Simples assim.

Nesse jogo, entra até mesmo a produção cultural e de entretenimento. Veja-se, por exemplo, a extensa reportagem do Globo sobre a volta à cena da banda de rock Titãs, com chamada na primeira página sob o título “Um retrato pesado do Brasil”. Na entrevista do lançamento de um novo disco, o guitarrista e compositor Tony Bellotto repete o refrão e afirma (com o perdão pela expressão): “É uma merda pensar como o Brasil há 30 anos ou patina, ou piora”.

 

Ora, o Brasil de hoje é muito melhor do que há 30 anos, mas na sua ignorância ruidosa, o roqueiro faz coro ao discurso da imprensa, que procura incutir no brasileiro um sentimento de automenosprezo.

Funciona assim.

PS do Viomundo:  O mundo acabou, sim. O mundo daquele 1/3 de brasileiros cuja sensação de status dependia de pisar sobre os outros 2/3.

Cronos em busca de “retribuir” o que Kratos fez ao todo, Cronos tenta assassiná-lo.

Leia a reportagem original abaixo

A mensagem insidiosa do catastrofismo

Por Luciano Martins Costa em 14/05/2014

Do Observatório da Imprensa

Na quarta-feira (14/5), a menos de um mês do início da Copa do Mundo, a imprensa oscila entre dois pontos contraditórios: num deles, parece apostar no recrudescimento de conflitos que poderiam colocar em risco o sucesso da festa internacional do futebol; no outro, precisa que a sociedade vista a camiseta da seleção nacional, para manter vivo o mito heroico do esporte e continuar faturando com a publicidade.

Exemplos desse movimento ambíguo podem ser vistos em fragmentos do noticiário econômico, na política e até mesmo no jornalismo cultural ou de entretenimento. Selecionamos, por exemplo, uma reportagem doEstado de S. Paulo, na qual se lê que a média dos salários nos doze meses até março subiu 8,2%, acima da inflação do período, que foi de 6%.

Trata-se de um paradoxo para a imprensa, mas de um resultado lógico para quem enxerga a política econômica com olhos curiosos, sem os antolhos do dogmatismo liberal. O desemprego segue abaixo da linha histórica, os salários nominais ganham da inflação, e isso compõe basicamente o atual modelo brasileiro, explicando por que a maioria do eleitorado teme uma mudança radical desse cenário.

Também no Estado, o leitor encontra nova atualização do indicador IED, de Investimento Estrangeiro Direto, onde se lê que, nos primeiros quatro meses do ano, foram realizadas 235 grandes fusões e aquisições no Brasil, média 21% superior à do mesmo período no ano passado. Não se trata de especulação, mas de dinheiro investido diretamente em produção. Por que será que o apetite de investidores estrangeiros por negócios no Brasil segue alto?

Na Folha de S. Paulo, destacamos uma entrevista com o economista francês Thomas Piketty, autor do livroO Capital no século 21, a ser lançado até o final do ano em português. Sua obra, na versão em inglês, há quase dois meses entre os cem livros mais vendidos da Amazon, está em segundo lugar entre os best-sellers, atrás apenas de um romance para adolescentes. Suas ideias estão mudando a maneira de pensar a economia e a sociedade, e o núcleo de seus estudos coincide em grande parte com os preceitos da política econômica adotada pelo Brasil na última década.

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